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Resgate dos 400 gatos que viviam aglomerados em apartamento de SC pode custar R$ 500 mil, diz prefeitura

O que se sabe sobre o caso do apartamento com 400 gatos em SC Os custos de castração, aluguel de lar temporário e demais atendimentos veterinários no caso d...

Resgate dos 400 gatos que viviam aglomerados em apartamento de SC pode custar R$ 500 mil, diz prefeitura
Resgate dos 400 gatos que viviam aglomerados em apartamento de SC pode custar R$ 500 mil, diz prefeitura (Foto: Reprodução)

O que se sabe sobre o caso do apartamento com 400 gatos em SC Os custos de castração, aluguel de lar temporário e demais atendimentos veterinários no caso dos 400 gatos encontrados em um apartamento em Concórdia, no Oeste de Santa Catarina, podem chegar a R$ 500 mil. O levantamento foi feito pela prefeitura, que divulgou nesta segunda-feira (8) que vai arcar com os pagamentos até que os felinos sejam adotados. Os gatos foram encontrados aglomerados, vivendo em condições insalubres no apartamento de uma mulher de 73 anos, investigada por maus-tratos. O imóvel tem cerca de 200 m² e, mesmo sendo amplo, eles ocupavam vários espaços dele. Relatório cita que os animais se "comprimiam" em janelas, corredores, móveis e próximos a áreas contaminadas. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O que se sabe sobre o caso dos 400 gatos A partir desta sexta (12), os gatos devem começar a ser retirados do apartamento, declarou a diretora de Proteção Animal de Concórdia, Juliana Zucchi. A prefeitura explicou em coletiva de imprensa nesta segunda que fará o processo de remoção dos animais. Gatos viviam amontoados em apartamento em Concórdia (SC) Prefeitura de Concórdia/Divulgação Gatos serão avaliados por cinco clínicas A Prefeitura de Concórdia explicou como será feita a remoção dos gatos do apartamento. Veja o passo a passo: os animais serão retirados aos poucos cada gato retirado será encaminhado a uma das cinco clínicas veterinárias credenciadas pelo município essas cinco clínicas farão a avaliação dos gatos os animais ficarão em quarentena caso o gato esteja doente, receberá tratamento todos serão encaminhados também ao Instituto Federal Catarinense (IFC) para castração após essas etapas, o felino será levado a um lar provisório esse abrigo será administrado por uma das clínicas e terá acompanhamento veterinário os gatos ficarão nesse lar provisório até serem adotados O município não tem uma previsão de quando todos os gatos serão retirados, pois isso depende da capacidade de atendimento das clínicas e do estado de saúde dos felinos. Somente após a remoção de todos será possível saber com certeza o número total de animais que estava no apartamento. A prefeitura acredita que a população de gatos no apartamento já tenha reduzido, por questões de mortalidade e outros que acabaram escapando, já que algumas das telas de proteção estão danificadas.  A dona do imóvel é investigada? A dona do imóvel está recebendo acompanhamento psicológico, como prevê a decisão judicial de maio que ordenou a retirada dos animais. Ela era tutora, inicialmente, de um casal de felinos que teria se reproduzido descontroladamente há pelo menos 10 anos, conforme o município. A decisão cita 119 animais identificados após vistoria, mas a prefeitura e o laudo dizem que mais de 400 felinos ocupam o espaço. A Polícia Civil investiga a mulher por maus-tratos. Ela foi procurada pela NSC TV, mas preferiu não se manifestar. Em relação aos custos de toda a operação de retirada e disponibilização dos animais para adoção, a prefeitura disse que vai buscar o ressarcimento das despesas na esfera judicial. Gatos se aglomeravam até nas janelas do apartamento em Concórdia (SC) Prefeitura de Concórdia/Divulgação Tutora descumpriu acordos Em setembro do ano passado, as equipes da prefeitura receberam informação de que vários animais estariam em um apartamento do centro do município. Ao fiscalizarem o local, as equipes contabilizaram 424 gatos vivendo com a mulher de 73 anos. O local estava insalubre. Por causa disso, um termo de responsabilidade foi elaborado pela prefeitura, para que a tutora encaminhasse os animais para atendimento veterinário com vacinação e castração. O prazo estabelecido foi de 30 dias, mas não foi cumprido. O caso, então, foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que elaborou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado em abril. Como esse acordo também não foi cumprido, a Justiça determinou a retirada dos animais do apartamento. A prefeitura assumiu a remoção dos felinos. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

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